Não sei ...
São tantas verdades
Eu
Sou o que sou
Quem sabe?
À mercê da verdade
Exaspero a maldade
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008

Uma voz soa dentro do meu âmago
O amor grita, se expele, transborda
Nesse instante atinjo a paz
Os sentidos sentem a si mesmos
Evoco sentimentos
A razão se perde
Guio-me pelo que?
É tão indescritivel o que sinto
Como de olhos vendados caminho tentando sentir,
agarrar algo de sólido
Mas é tudo tão vago, tão fugaz e fantasioso
O que é real? Até que ponto ele existe?
Delírios se misturam a visões que nem eu mesma as sinto
Acordada? Não sei se estou
Um sonho, uma ilusão, quem sabe?
Me vejo em antítese entre o eterno e o efêmero
Talvez tudo não seja senão um surto
Mas de quê?
Lucidez?
Loucura?
O que sou enquanto indago sobre tais questões?
Já não sinto o corpo, o físico
Existo enquanto penso?
Transcendo enquanto sou?
*Anike Lamoso
O amor grita, se expele, transborda
Nesse instante atinjo a paz
Os sentidos sentem a si mesmos
Evoco sentimentos
A razão se perde
Guio-me pelo que?
É tão indescritivel o que sinto
Como de olhos vendados caminho tentando sentir,
agarrar algo de sólido
Mas é tudo tão vago, tão fugaz e fantasioso
O que é real? Até que ponto ele existe?
Delírios se misturam a visões que nem eu mesma as sinto
Acordada? Não sei se estou
Um sonho, uma ilusão, quem sabe?
Me vejo em antítese entre o eterno e o efêmero
Talvez tudo não seja senão um surto
Mas de quê?
Lucidez?
Loucura?
O que sou enquanto indago sobre tais questões?
Já não sinto o corpo, o físico
Existo enquanto penso?
Transcendo enquanto sou?
*Anike Lamoso
sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Começou de novo.
Rabiscos, palavras perdidas..
A busca incessante pela inspiração é tão torpe.
Tentamos buscar algo de real em meio a pensamentos soltos, vazios.
Agarrar algo de sólido que logo se perde.
Não há o que ser forçado.
As palavras nos escolhem.
Somos instrumentos descartáveis usados pelas idéias.
Ficamos grávidos delas e depois que a abortamos, nos tornamos inférteis.
Tudo se desintegra.
E nós,
inconformados, deixados ao acaso
viciados nessa lúxuria
lutamos contra a abstinencia buscando um casamento perfeito das palavras
Que tolos são os poetas
Não percebem o quão inúteis são.
*Anike Lamoso
Rabiscos, palavras perdidas..
A busca incessante pela inspiração é tão torpe.
Tentamos buscar algo de real em meio a pensamentos soltos, vazios.
Agarrar algo de sólido que logo se perde.
Não há o que ser forçado.
As palavras nos escolhem.
Somos instrumentos descartáveis usados pelas idéias.
Ficamos grávidos delas e depois que a abortamos, nos tornamos inférteis.
Tudo se desintegra.
E nós,
inconformados, deixados ao acaso
viciados nessa lúxuria
lutamos contra a abstinencia buscando um casamento perfeito das palavras
Que tolos são os poetas
Não percebem o quão inúteis são.
*Anike Lamoso
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